13/04/2014
Happiness
12/04/2014
Soufflé de Chocolate
Chocolate.
Perfeito. Reconfortante.
Uma receita de Elizabeth Bard.
Ingredientes:
- 220g de chocolate amargo (65% cacau)
- 2 colheres de sopa de café expresso
- 5 ovos
- 1/2 chávena de açúcar
- Uma pitada de sal
Preparação:
- Derreta o chocolate em banho-maria.
- Separe as gemas e as claras - claras para uma tigela grande, gemas para uma tigela média.
- Mexa as gemas com o açúcar até a mistura ficar homogénea e amarela clara.
- Deite o chocolate derretido para dentro desta mistura e envolva. Deverá ficar bastante grosso.
- Na tigela grande, bata as claras em castelo com a ajuda de uma pitada de sal
- Deite cerca de 1/3 das claras em castelo na mistura do chocolate para a aligeirar.
- Deite depois a restante mistura do chocolate para dentro das claras em castelo; misture tudo gentilmente. Desta maneira irá manter o ar na mistura, acrescentando a substância mais pesada à mais leve.
- Unte com manteiga e polvilhe com açúcar seis formas individuais de soufflé e distribua igualmente a mistura em todas. Leve ao forno pré-aquecido, a 190º, durante cerca de 14 minutos. Tire-os do forno sem que estejam completamente cozidos.
O nosso novo vizinho
Vizinhos novos e um gatinho que passou a visitar-nos com frequência.
Uma muito muito agradável visita! Um dos gatos mais meigos e bonitos que já vi.
11/04/2014
Somos parvos
Às vezes...
temos tudo para sermos felizes
mas somos uns parvos.
Se olharmos bem à nossa volta, há problemas tão maiores.
Injustiça que revolta. Doenças. Perdas. Solidão.
E nós? será que estamos assim tão mal?
Então se continuamos a criar problemas quando podíamos simplesmente ser felizes,
se calhar somos parvos!
02/04/2014
Um poema que uma fada me escreveu
ROSA BRANCA ROSA VERMELHA
estende a mão, irmã,
que o caosmos está preparado para o regresso
sob os pequenos sigilos dos equinócios estende a
mão
mão
onde há asas entre os espaços vazios do tempo
com a aquática timidez florida nos cabelos
poderemos ter morrido pelo fogo
com a memória espartilhada das mulheres caladas?
habitaríamos o primordial voo da beleza
como agora na distância nos reconhecemos por ela?
estende a mão, irmã,
a nossa casa é tão alta
que os mapas reencontrados existirão sempre
das raízes ao esquecimento - pela dança
e entre os teus cabelos solares e as luas do silêncio
cumprem sempre a sua travessia tão antiga
porque o teu nome caçador eleva o estandarte da
beleza
acima daqueles que duvidam do amor
com a cumplicidade de Helena que se banha na alma
de cada mulher que se cumpre pela humildade
e pela antiguidade do reconhecimento
estende a mão,
há palavras entre os cogumelos e as abóboras e a
nudez
nudez
que urgem como essas linhas de água do corpo teu
palavras nocturnas, palavras no código original
onde me sento sempre ao lado da tua aparição
com a atemporalidade da nossa boca reflexiva
e o vento tornado conjunto, eclipsando tudo
não te importes com as sílabas que a infância não
soube professar
soube professar
há tantas escolas na cabeça onde podemos ver como
as crianças ainda amanhecem
as crianças ainda amanhecem
estende a mão, irmã,
para que possa dizer a beleza
ao contrário das mulheres que temem
os seus vinte e dois passos nascidos da cíclica
loucura
loucura
com que sempre encarámos os espelhos sem moldura
assim seja ao longo dos tempos em que continuámos
pequenas
pequenas
pelo sol dessa cidade pálida de laranjas, de matéria e
de verdade
de verdade
Texto: Constanza Muirin
Fotografias: Ben Reynolds
29/03/2014
Picnic Time!
Que este bom tempo venha para ficar!
Por aqui estamos preparados para os dias de sol, de passeios e picnic.
27/03/2014
Da breve passagem por Lisboa
24/03/2014
Tempo para matar saudades!
Etiquetas:
Holidays,
Magic Moments,
Memories,
Sweet Home
23/03/2014
As Três Marias
Estas são as galinhas Marias que vivem no quintal dos meus pais.
Dão ovos biológicos todos os dias.
E gostam de sessões fotográficas.
Um dia terei um quintal com galinhas, uma laranjeira, um limoeiro, um loureiro e muitas flores.
Até lá vou tendo quintais ingleses provisórios, muito agradáveis, mas sem comparação com este que guarda memórias da minha infância.

Dão ovos biológicos todos os dias.
E gostam de sessões fotográficas.
Um dia terei um quintal com galinhas, uma laranjeira, um limoeiro, um loureiro e muitas flores.
Até lá vou tendo quintais ingleses provisórios, muito agradáveis, mas sem comparação com este que guarda memórias da minha infância.

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